Sobre o blog

O Radar Fluminense surgiu em 2008 com o propósito de se dedicar principalmente aos interesses e ao cotidiano de Niterói, além da Região Metropolitana II do estado do Rio de Janeiro, parcela que abrange na Região Metropolitana do Rio de Janeiro os municípios de Niterói, São Gonçalo, Itaboraí, e Maricá, um total de mais de 2 milhões de habitantes. Essa região corresponde a antiga 'Grande Niterói' do período do extinto Estado do Rio de Janeiro, antes da fusão, em 1975, desse com o Estado da Guanabara, para formar o atual Estado do Rio de Janeiro. A Região Metropolitana II também é chamada de Leste Metropolitano. 


O objetivo

O blog não tem interesse em ser um veículo de informação tradicional, informação e notícia são coisas diferentes no nosso vocabulário. Não faltam jornais impressos ou eletrônicos que se dedicam a veicular as notícias daqui. O problema é quais notícias são publicadas. É muito comum que nossas cidades ocupem o noticiário com notícias ruins, basicamente violência, violência e mais violência... O blog foi criado em reação a esse tipo de abordagem, e mais do que isso, quer ser uma espaço alternativo à esse paradigma. Apesar de não negar a pauta negativa, sabe que não faltam meios para que elas cheguem às pessoas. E as pautas propositivas? Como elas são compartilhadas? O blog Radar Fluminense quer viver dessas pautas positivas. 



Histórico

O blog entrou no ar em 11 de agosto de 2008 num dia bem atípico: uma tarde ensolarada mas fria de inverno eu colocava um primeiro post na internet. Batizado originalmente de Leste Fluminense Online o blog alcançou em menos de 1 mês uma quantidade de acessos muito satisfatória, foi então que entendi que nós estávamos precisando de um blog. 

Em julho de 2009 o então Leste Fluminense Online ganhou um novo nome, mais arrojado e original além de um endereço próprio na web. Com essa mudança o blog passou a se chamar Radar Fluminense além de ter seu endereço '.com' na web. Com o passar do tempo, a audiência do blog foi aumentando juntamente com a diversidade do público leitor. Esse crescimento me motivou a estender um pouco mais os assuntos tratados aqui e enriquecendo ainda mais a ideia original de 'região'. 

A partir do ano 2020, o blog começou a ensaiar uma retomada. Desativado após longos anos, o contexto pandêmico pedia essa retomada. Todavia, o grande período de ostracismo exigia uma atualização. E ela foi implementada: nova cara e nome! Foi então que o Radar Fluminense passou a atender por Radar Rio. A proposta segue a mesma, mas o nome "Rio" me seduz a alargar as fronteiras da nossa pauta obcecadamente propositiva, sem deixar de ser genuinamente "fluminense" feito por, para e em Niterói.


O editor

Pai de família, gamer, com título de doutorado e chegando aos 40 anos. É filho de fluminenses, um do interior e a outra da Capital, é obcecado pela bandeira do estado, sobretudo quando ela flamulava nos jardins do Palácio do Ingá. Como não era nascido nessa época, foi estimulado por seu ofício com memória a resgatar esse saudosismo. Adora fazer bate-e-volta nas montanhas da serra, nas curvas da Costa Verde ou na ventania da Região dos Lagos. Pegar as estradas desse estado são um dos hobbies mais prazeirosos. Já fez check-in nas águas de Paraty, na altitude de Visconde de Mauá, no frio de Teresópolis, nos restaurantes de Itaipava, no Museu Imperial, no Rio Paraíba do Sul em Atafona, São Fidélis, Três Rios, Sapucaia e Volta Redonda, nos shoppings de Campos e da Capital, nas igrejas de Vassouras e Valença, nas fazendas históricas de Paraíba do Sul e Rio das Flores, mas se sente em casa mesmo caminhando pelas ruas do Centro, Icaraí e São Francisco, sua janela emoldura o Niterói Shopping - meu Empire State. Ama o Italiano com maionese temperada e caldo de cana, não se cansa de admirar o MAC e não perde a oportunidade de contar sobre Arariboia para os filhos. Esse é o seu país.